Vlad Komarov

BMW esclarece ativação paga de funcionalidades nos veículos

BMW explica que ativação paga faz sentido para tecnologias com custos contínuos, como ADAS. Clientes podem desbloquear funcionalidades após compra.

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A BMW esclareceu que o modelo de ativação paga de funcionalidades nos veículos faz sentido, sobretudo para tecnologias que geram custos contínuos para a empresa. Alexandra Landers, chefe de comunicação de produto da marca, partilhou esta visão com a Drive.

A marca explica que os clientes podem optar por não encomendar determinados extras na compra para reduzir o preço inicial do carro. Se mais tarde o proprietário decidir que precisa de uma funcionalidade, pode desbloqueá-la mediante um pagamento adicional — por exemplo, num grande engarrafamento, quando o condutor reconhece a utilidade dos sistemas de assistência.

A empresa sublinha que esta abordagem aplica-se especialmente a tecnologias ligadas aos sistemas avançados de assistência à condução (ADAS), cuja utilização implica despesas permanentes. São exemplos as funcionalidades que exigem transmissão constante de dados, como a informação de tráfego em tempo real.

A BMW reconheceu que a ideia de subscrição para os bancos aquecidos gerou reações negativas e foi um erro, levando ao seu abandono. No entanto, a empresa não planeia lucrar com "aumentos de potência" e exclui cenários em que a autonomia de um veículo elétrico seja aumentada através de atualizações pagas via over-the-air. O leque de subscrições disponíveis varia consoante o modelo, o mercado e a configuração do veículo.

press.bmwgroup.com