17:38 30-12-2025
Carros com design controverso: Rodius, Nitro, PT Cruiser, Tribeca e C3 Pluriel
No. 1. SsangYong Rodius
Este gigante sul-coreano parece preso em seu próprio pesadelo de proporções. Em vez de linhas fluídas e soluções elegantes, os designers entregaram um monovolume grande demais e desequilibrado. Concebido para ser um minivan de luxo espaçoso, acabou ganhando um apelido que o comparava a um barco-banana, por causa da carroceria alongada e da dianteira absurdamente desproporcional. A forma é tão pouco coesa que costuma ser citada entre os piores exercícios de design automotivo; mesmo parado, não se resolve, e basta um olhar para entender por quê.
No. 2. Dodge Nitro
Os carros americanos são conhecidos pelo porte e pela atitude, mas este SUV da Chrysler claramente errou a mão. O modelo parece massudo e desajeitado, como se tivesse sido montado com peças que não conversam entre si. Colunas altas, tratamento grosseiro dos faróis e para-lamas inchados o deixam visualmente pesado e pouco gracioso. Muitos críticos descrevem o desenho como volumoso e afirmam que ele lembra mais um mock-up promocional de equipamento de construção do que um SUV urbano estiloso. De perto, custa a encontrar uma postura verdadeiramente confiante, e a sensação de excesso só aumenta.
No. 3. Chrysler PT Cruiser
Este retrô já fez barulho ao resgatar silhuetas clássicas americanas. Com o tempo, porém, seus traços caíram em desgraça: a linha do teto, os para-choques arredondados e a grade estilizada envelheceram rápido, transformando o carro em sinônimo de design datado. Hoje, muitos proprietários se queixam de percalços diários, como aerodinâmica ruim e baixa eficiência, enquanto a forma arranca mais um sorriso de canto de boca e uma dose de nostalgia. O romance passa depressa quando a novidade se esgota, e fica evidente que o estilo já não sustenta o conjunto.
No. 4. Subaru Tribeca
Esta tentativa japonesa de emplacar um crossover de apelo premium virou um fracasso no quesito aparência. A Subaru apresentou um veículo anguloso, com capô e para-brisa de aspecto pesado — longe da harmonia. Os elementos de iluminação receberam críticas, assim como o desequilíbrio geral na dianteira. Um crítico conhecido chegou a classificar o desenho como um desastre e a comparar a face à de um animal exótico. No todo, parecia mais velho do que era, e o visual nunca encontrou um caminho convincente.
No. 5. Citroën C3 Pluriel
Os engenheiros franceses apostaram na inovação, oferecendo um cabriolet modular único que podia se transformar quase em movimento. Ousado na teoria, a execução soou questionável. Mecanismos de dobra ásperos, travas de porta pouco confiáveis e formas de carroceria estranhas tornaram o uso diário incômodo. A ampla paleta de cores vibrantes só realçava o quanto ele destoava no trânsito da cidade. Muitos consumidores se afastaram pelo visual incomum, e a compra virou experimento, não uma escolha ponderada de um carro confiável. A ideia merecia um acabamento mais limpo do que recebeu, pois havia potencial para ir além.