Os motores EcoBoost de 1.0L, 1.5L e 1.6L utilizam um sistema inovador de correia de distribuição que funciona imersa em óleo. Embora a ideia fosse original, o uso prático revelou desvantagens significativas. A exposição constante ao fluido acelera o desgaste da correia, reduzindo sua vida útil. Os resíduos do desgaste podem entupir os filtros de óleo e os canais de lubrificação, comprometendo a lubrificação do motor. A substituição da correia exige uma desmontagem extensa, elevando os custos de reparo. Consequentemente, os proprietários enfrentam maiores riscos de falhas repentinas e contas de manutenção elevadas.

2. Motor a gasolina V8 Triton de 5.4 litros

Este potente V8 aspirado naturalmente foi amplamente utilizado em picapes e SUVs da Ford, mas apresentava falhas de projeto notáveis. A interferência entre válvulas e pistões podia danificar as cabeças dos cilindros e os pistões. Falhas frequentes de ignição resultavam de uma entrega de combustível instável e de um sincronismo incorreto. As falhas nas velas de ignição eram comuns, aumentando as necessidades de manutenção e prejudicando a confiabilidade. No geral, a baixa durabilidade do motor e a atenção constante necessária tornam-no uma escolha menos atraente.

3. Motor a gasolina V6 EcoBoost turbo de 3.5 litros

Comum em modelos premium, este seis cilindros oferece boa potência e eficiência, mas tem problemas característicos. As falhas dos fasores no sistema de distribuição variável causam batidas e vibrações na partida e durante a condução. O desalinhamento do sincronismo interrompe o funcionamento normal, levando à perda de potência e a um maior consumo de combustível. Alguns veículos exigem procedimentos específicos de partida para evitar danos mecânicos. Esses fatores prejudicam o conforto ao dirigir e aumentam o risco de avarias inesperadas.

4. Motor a diesel Power Stroke de 6.0 litros

Este diesel de alta resistência, utilizado principalmente em caminhões e vans da Ford, oferecia potência e torque sólidos, mas tinha pontos fracos críticos. O resfriador EGR frequentemente superaqueceu e falhou, arriscando o superaquecimento do motor e a perda de eficiência. As falhas da junta do cabeçote, devido a altas cargas térmicas e pressão de combustão, permitiam a mistura de refrigerante e óleo. Vazamentos de óleo de vedações e conexões aumentaram os riscos de incêndio e aceleraram o desgaste. Falhas elétricas de sensores e contatos não confiáveis interromperam o gerenciamento do motor. Apesar de um bom projeto base, esses problemas tornam a operação cara e problemática.

5. Motor a diesel Power Stroke de 6.4 litros

Uma versão posterior do popular diesel comercial, melhorou seu predecessor, mas herdou e adicionou novos problemas típicos. Os radiadores do sistema de refrigeração tendem a vazar sob uso intenso e condições adversas, levando ao superaquecimento e reduzindo a vida útil do motor. Altas cargas e variações de temperatura podem rachar os pistões, reduzindo drasticamente a confiabilidade. Os bloqueios recorrentes do resfriador EGR aumentam o tempo de inatividade e elevam os custos de manutenção e reparo. Para os proprietários de veículos comerciais, esses fatores tornam o motor economicamente inviável e inconveniente.